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Qual a diferença entre evolução incremental e disruptiva e qual é a melhor para o seu delivery?

Tudo depende da forma como você enxerga o seu negócio.

Mercado
Publicado dia 10/10/2021

Quando a gente entra em contato com os termos de gestão mais comentados hoje em dia, não demora muito a ouvir falar de Gestão Ágil e, dentro deste tema, as famosas evolução incremental e evolução disruptiva. São palavrinhas da moda, como dizem alguns. 

Mas você saberia diferenciá-las e aplicá-las no dia a dia de sua operação? Determinar quando um ou outro tipo de abordagem é mais vantajoso? Ou até mesmo se alguma delas não se adapta ao tipo de negócio que você quer montar e fazer prosperar? 

Não tem como esgotar a questão em um post aqui no blog, sabemos disso. Então, a nossa ideia é apresentar um panorama inicial para você começar a se questionar. Vamos lá?

Devagar e sempre: o valor do incremental

Vamos imaginar que você enxergou uma determinada oportunidade de empresa (que no âmbito de nosso blog seria, claro, um delivery), materializou-a em um modelo de negócio e começou a executá-lo. 

Após seis meses de operação já acumulou algum conhecimento e cadeia de fornecedores. Com esse conhecimento, se propõe a expandir de forma segura, reservando grande parte de seu faturamento para reinvestir no negócio e formar um colchão de segurança para possíveis imprevistos.

Você repete esse olhar a cada seis meses, consultando de forma contínua dados que o LET'S Delivery Max e outras fontes de informação para ter leituras táticas precisas que orientem sua tomada de decisão. Assim, passo a passo e de forma mais segura, promove a evolução de seu negócio.

Com o tempo, você vai conhecer muito mais do que quando começou, vai acumular aquilo que alguns especialistas chamam de "capital social", ou seja, um reconhecimento em seu mercado, networking e admiração de seus parceiros e concorrentes. Cada passo agora é mais longo e dotado de maior força, fruto da acumulação de potencial de mudança, de conhecimento e, claro, recursos financeiros.

Oportunidade e salto: pivotar às vezes é preciso

Mas você pode olhar seu negócio de forma diferente: enxergar uma oportunidade de negócio e assumir um comportamento mais de startup enxuta, por exemplo. Neste modelo, você vai criar um mínimo produto viável, uma pequena operação em uma dark kitchen piloto em área de cobertura específica e, de lá, vai rodar alguns testes.

Guiado pela filosofia do erre rápido, conserte e rode novamente, vai também utilizar dados retirados de plataformas de gestão como o LET'S Delivery Max ou até contar com uma consultoria para delivery que vai ajudar a dar passos mais assertivos.

Mas, ainda assim, você resolve mudar totalmente a sua proposta inicial e no lugar da especialidade X de perfil popular, decide migrar para a especialidade Y e com perfil mais premium. Em seis meses, você já está rodando alguns testes e promovendo toda a estruturação de suas projeções. A essa mudança de perfil de negócio (ou até mesmo de toda a operação) chamamos de "pivotar". 

Temos diversos casos recentes, sobretudo no mundo das startups de tecnologia, de empresas que começaram a prestar determinado tipo de serviço e, no meio da operação, notaram que a oportunidade estaria em uma abordagem totalmente diferente. 

Um exemplo bem próximo do nosso dia a dia é o YouTube. Em sua primeira proposta, a ideia era ter um espaço onde as pessoas pudessem se cadastrar e gerar interesse de futuros parceiros. Ao notar que ninguém estava se propondo a isso, liberaram para qualquer tipo de vídeo e o resto é história.

Como escolher entre os dois mundos?

Mas você deve estar se perguntando: como faço para escolher entre os dois tipos de abordagem para meu negócio de delivery? Existem várias respostas a essa questão e muito provavelmente nenhuma delas é correta de forma absoluta. Sabemos que no mundo dos negócios existem diversas realidades, capacidades e formas de acesso ao capital.

Mas, se fôssemos arriscar uma abordagem mais segura, seria dizer que você deve avaliar o seu fôlego para correr riscos. Se os recursos tanto financeiros quanto profissionais a que você tem acesso são mais limitados, uma evolução incremental seria mais indicada, pois foca no valor do médio prazo.

Por outro lado, se uma rodada de investimentos deu conta do começo da operação (e aqui estamos falando de seis meses a um ano) e você tem em seu time profissionais mais familiarizados com a pegada necessária para implementar um sistema de gestão ágil, talvez vá preferir seguir de forma disruptiva, focando em testes pontuais e pivotando sempre até rodar um modelo que garante alta rentabilidade.

Ainda quer saber mais sobre o tema? Comente aqui ou nas redes sociais e vamos aprofundar!

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